Estaçao Rossio – tentativa saida do chaos – primeiras demoradas

O dentro da rua se abre um pouco… Ele esta cheio de pedras e barulhos. E cheio de respiraçoes, olhadas, interjeiçoes. « Vamos esperar aquela figura que chega » diz o eixo. Um pouco a frente. Se escuto as maos falhar, elas falham de correntes claro, de fluxos.

Ficar no ar enquanto o dentro da rua se abre ? « Por favor nao, vamos esperar aquela figura que vai chegar » diz o olho direito.

As pessoas sabem, antes de correr ao comboio que vai embora nalgumas segundas, elas tem de abrandar o ritmo ao punto de pousar o cartao de transporte, deixar a porta se abrir – respiraçao – e correr. Se o cartao de transporte nao funciono, tout part à vau-l’eau (aie isto nao sei como se diz em português mas é uma expressao comica e antiga para dizer que um movimento tomou uma pente que vai criar sua perda, « vau » é um vale). O ritmo certou ja nao acontece e o passante nao vai, como uma onda febril de ir, saltar em cima da porta. O sim, quem sabe, vamos esperar essa figura !

As pessaos voltam do trabalho o da maravillosa sorpresa que foi a visita de Sintra-Cascais Natural Park o de outra coisa. O corrente se deixo nos corpos, dentro das bassias, oscillando um pouco.

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« Vamos espera o figural » diz o sorrinzo dabaixo, aquelas figuras que se diluam no corrente, deixam suas marcas nos intersticios dentro da rua

coline

photo da Julia D que nao tem nada a ver o tudo a ver com a estaçao de Rossio laaa!

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