fragmentos

Aujourd’hui mardi 1er mai dans les 15 heures de l’après-midi, j’ai dit bonjour pour la première fois à celui-qui-demeure-dans-la-gare-depuis-plus-longtemps-que-moi-avec-sa-veste-blanche-et-rouge. J’étais dans l’escalator qui montait et lui appuyé à la bordure en haut. Je lui ai juste fait signe de la main et il m’a répondu par un signe de main aussi. Pourquoi je marque le jour et l’heure et la chornologie des signes qui se sont passés ? Je crois, je sens que ce demeurant de la gare est un peu sauvage, il croit peut-être qu’il est un peu sauvage et il est aussi un peu sauvage mais alors le rien qu’il traverse continuellement – tout ses événements invisibles – font un signe de ce qui arrive en relation avec d’autres. Le signe qui arrive a alors une saveur très particulière, douce et brutale à la fois.

O que é a ausencia ? Pode ser por ejemplo que cada pergunta que faz a teu proprio chega naturalmente no teu caminho. Deixo entao um sabor um pouco estranho, um vazio por atras dela, como se seu devir-forma que estava um pouco contigo nao fazia mais sentido…

a demora me ensina a importancia de cada camada. Mas ainda o que que é escutar a estaçao de rossio ? Me pergunto ainda, sentada na mesa do cafe ao vez de escutar ela. Talvez ha passos.. e eles nao podem estar forçados. Pois, posso escutar ela mas a vezes sao como movimentos familiares, por ejemplo a zona do meu ouvido que esta a naviguar dum lado ao outro entre os arcos enquanto o comboio chega ou a voz da mulher que esta falando do proximo comboio que esta mais com meus orgaos ou o barulho circular que me traz a deformaçao interna… e ja nao sei se estou a escutar mas estou tranquila. Estou tranquila tambem porque o gajo que viajia a estaçao me faz um signo da mao bom dia com carinho-entedimento da minha demora aqui, que ele nem precisa de fazer-se a pergunta do porque estou ça. Entao estou um pouco tranquila, isto me faz bem entre as intranquilidades. As vezes me diço um pouco « porque nao vais abaixo da estaçao ainda ? Estas tambem a sentir a escuta là ? Porque nao vais ? » Mais enquanto estou aqui, sentada na mesa do cafe, eu sento tambem, a porta dabaixo naquela a estaçao esta um pouco pousada e talvez um dia… eu vou là abaixo.                       Estou ça abaixo da estaçao, parece que o pensamento desceu no subterâneo, sento uma pertenencia maior no mundo, nao preciso olhar nao, o mundo esta mais presente, menos levitando. A mulher do cafe dabaixo desci para comprar um yogurt surreal na zona mais baixa da estaçao, me faz um signo da mao e um sorriso, que delicia. Ela parece dum outro mundo.. !

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