Manifesto-canção-sem-rimas para o Pedras’18

em que mundo queremos viver?

É a pergunta desafiante do Pedras’18

 

É a pergunta que o Pedras vem fazendo

em anos de escuta demorada,

nas práticas de estar-com Pessoas e Lugares.

 

Experimentando com a cidade

a potência de estar vivo

e exercitando a pergunta:

em que lugar queremos viver?

 

Tocando e cantando melodias antigas

e rimas inventadas,

‘para que o céu não caia’ nas nossas cabeças.

 

Cultura, ciência e arte são formas de conhecimento,

caminhos para ver-pensar-fazer mundo;

não têm de ser negócio, mercadoria ou espectáculo.

Afinal em que sociedade queremos viver?

 

Para ouvir o sussurro doce que emana do verde

e que abre brechas no bulício da cidade (como diz a Luz),

teremos de abrandar o passo e apurar os sentidos.

 

Celebremos o encontro de cada um-uma,

criando lado-a-lado a diversidade que alimenta o comum

e um bem-estar-bem-ser duradouro:

o nosso e o dos outros, humanos e não-humanos.

 

Como cantava Vandré em ‘68 ‘esperar não é saber,

quem sabe faz a hora, não espera acontecer’.

Que venha de lá um futuro que valha a pena viver.

 

Vivó Pedras’18!

Álvaro

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